Get It While You Can


"In this world, if you read the papers, Lord,
You know everybody's fighting.. on with each other.
You got no one you can count on, baby,
Not even your own brother.
So, if someone comes along,
He's gonna give you some LOVE and affection
I'd say get it while you can, yeah!
Honey, get it while you can,
Hey, hey, get it while you can,
Don't you turn your back on love, no, no!

Don't you know when you're loving anybody, baby,
You're taking a gamble on a little sorrow,
But then who cares, baby,
'Cause we may not be here tomorrow, no.
And if anybody should come along,
He gonna give you any love and affection,
I'd say get it while you can, yeah!
Hey, hey, get it while you can,
Hey, hey, get it while you can.
Don't you turn your back on love,
No no no, no no no no no..

Oh, get it while you can,
Honey get it when you're gonna wanna need it dear, yeah yeah,
Hey hey, get it while you can,
Don't you turn your back on love,
No no no, no no no no, get it while you can,
I said hold on to somebody when you get a little lonely, dear,
Hey hey, hold on to that man's heart,
Yeah, get it, want it, hold it, need it,
Get it, want it, need it, hold it,
Get it while you can, yeah,
Honey get it while you can, baby, yeah,
Hey hey, get it while you can!

Divinamente na voz de Janis Joplin.

Livre

Às vezes é preciso perder, para dar valor. É preciso chorar, para aprender a amar. É preciso confiar, para se entregar e ainda assim a grande verdade é que, é preciso ouvir para nunca gritar... Todos irão sofrer um dia, para saber o verdadeiro sentido da felicidade! Muitas vezes deixamos de lutar pelo que realmente queremos pelo simples fato de não estarmos preparados para ouvir não, errar é humano, perdoar é preciso, e correr atrás daquilo que realmente queremos é uma obrigação! Viva, ame, pense, erre, caia, levante. E depois do erro corra atrás de refazer o seu acerto, faça tudo o que desejar fazer, diga te amo sem medo de não ouvir isso depois, aproveite a vida, nunca se sabe o dia de amanhã...
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos,
é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão, é correr o risco de perder as pessoas
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar. Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é imprescindível. Só você pode evitar que ela vá ao fracasso. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. É importante que você sempre se lembre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!

O Copo d'água

O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

"Qual é o gosto?", perguntou o Mestre.

"Ruim", disse o aprendiz.

O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:

"Beba um pouco dessa água".

Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou:

"Qual é o gosto?"

"Bom!" disse o rapaz.

"Você sente gosto do sal?", perguntou o mestre.

"Não", disse o jovem.

O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:


"
A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago".

Divirta-se!

Não estou louca, ainda não. Esse título tem tudo a ver com a verdade.
Também não quero ser a Senhorita Razão... Mas é que precisamos expressar mais abertamente sobre essas coisas da vida. Logo serei mais especifica.
Bom, esse papo de "a vida ensina" é super verdade porém custa muito caro você perder UM minuto que seja da sua vida conversando com alguém que esteja necessitado daquela dica de vida que você por acaso conhece tão bem? São capítulos e um belo dia entendemos seu significado, sendo assim, ao passar do tempo acumulamos um tanto quanto de experiências, afinal, todas são válidas! Mas eu quero chegar a respeito das pessoas que mesmo com toda a cesta básica psicológica e econômica necessária são instáveis, medrosas e pobres. Meus queridos irmãos, a vida é dura, mas fica mais fácil, aliás, tudo fica mais fácil, quando criamos aquela coisa que costumamos chamar de afeto né?! Não há noitada que faça você se sentir bem com você mesmo depois de ter magoado alguém, não há cerveja, não há vodka...

Ser Jovem

"Ser jovem é não perder o encanto e o susto de qualquer espera. É sobretudo não ficar fixado nos padrões da própria formação. Ser jovem é ter abertura para o novo, na mesma medida do respeito ao imutável. É acreditar um pouco na imortalidade em vida e querer a festa, o jogo, a brincadeira, a lua, o impossível, o distante. Ser jovem é ser bêbado de infinitos que terminam logo ali. Só pensar na morte de vez em quando. É não saber de nada e poder tudo. Ser jovem é acordar, pelo menos de vez em quando, assobiando uma canção antes mesmo de escovar os dentes. Ser jovem é não dar bola para o síndico mas reconhecer que ele está na sua. É achar graça do riso, ter pena dos tristes e ficar ao lado das crianças. Ser jovem é estar sempre aprendendo inglês, é gostar de cor, xarope, gengibirra e pastel de padaria. Ser jovem é não ter azia, é gostar de dormir e crer na mudança; é meter o dedo no bolo e lamber o glacê. É cantar fora do tom, mastigar depressa e engolir devagar a fala do avô. É gostar de barca da Cantareira, carro velho e roupa sem amargura. É bater papo com a baiana, curtir o ônibus e detestar meia marrom. Ser jovem é beber chuvas, ter estranhas, súbitas e inexplicáveis atrações. É temer o testemunho, detestar os solenes, duvidar das palavras. Ser jovem é não acreditar no que está pensando, exceto se o pensamento permanecer depois. É saber sorrir e alimentar secretas simpatias pelos crentes que cantam nas praças em semi-círculo, Bíblia na mão, sonho no coração. É gostar de ler e tentar silêncios quase impossíveis. É acreditar no dia novo como obra de Deus. É ser metafísica sem ter metafísica. É curtir trem, alface fresquinha, cheiro de hortelã. É gostar de talco. Ser jovem é ter ódio de cachimbo, de bala jujuba, de manipulação, e ser usado. Ser jovem é ser o único capaz de compreender a tia, de entender o reclamo da empregada e apoiar o seu atraso. Ser jovem é continuar gostando de deitar na grama. É gostar de beijo, de pele, de olho. Ser jovem é não perder o hábito de se encabular. É ir para ser apresentado ("- Já conhece fulano?") morrendo de medo. Ser jovem é permanecer descobrindo. É querer ir à lua ou conhecer Finlândias, Escócias e praias adivinhadas. É sentir cheiros raríssimos: cheiro de férias, de mãe chegando em casa em dia de chuva, cheiro de festa, aipim, camisa nova, marcenaria ou toalha do clube. Ser jovem é andar confiante como quem salta, se possível de mãos dadas com o ar. É ter coragem de nascer a cada dia e embrulhar as fossas no celofane do não faz mal. É acreditar em frases, pessoas, mitos, forças, sons, é crer no que não vale a pena mas ai da vida se assim não fosse. É descobrir um belo que não conta. É recear as revelações e ir para casa com o gosto do silêncio amargo ou agridoce. Ser jovem é ter a capacidade do perdão e andar com os olhos cheios de capim cheiroso. É ter tédios passageiros, amar a vida, ter pronta a palavra de compreensão. Ser jovem é lembrar pouco da infância por não precisar fazê-lo para suportar a vida. Ser jovem é ser capaz de anestesias salvadoras. Ser jovem é misturar tudo isso com a idade real, trinta, quarenta, cinqüenta, sessenta, setenta ou dezenove. É sempre abrir a porta com emoção. É esperar dos outros o que ainda não desistiu de querer. Ser jovem é viver em estado de fundo musical de super-produção da Metro. É abraçar esquinas, mundos, espaços, luzes, flores, discos, cachorros e a menininha, com um profundo, aberto e incomensurável abraço feito de festa, cocada preta, dentes brancos e dedos tímidos, todos prontos para os desencontros da vida e com profunda e permanente vontade de SER."

Atenção

"Uma vez na minha quarta série, o inesquecível professor Marcelo fez uma prova cujo primeiro enunciado da primeira página dizia:

"Não fazer os exercícios abaixo, a prova começa a partir da segunda página."

E logo em seguida, 5 exercícios relativamente fáceis cobriam a primeira página até o fim. A prova devia ter umas 4 outras páginas além daquela.
Agradeci não ter que pensar a mais e pulei logo pro tal inicio. Não é óbvio? Parece que não...

Uma semana depois, Marcelo com as provas em mãos para serem entregues nos informou que um grande número de pessoas havia respondido a primeira página inteira, e mesmo que os exercícios estivessem corretos, qualquer resposta naquela página, na verdade equivalia a um erro. Pois o enunciado estava ali:

"Não fazer os exercícios abaixo, a prova começa a partir da segunda página."

Marcelo repetiu em voz alta enquanto mostrava a primeira página de alguém, que ele sábiamente tapou o nome com os dedos: Tudo resolvido e um enorme X vermelho sobre todo o papel. A turma riu de nervosa, o dono da prova, o único capaz de reconhece-la de longe, não deve ter rido, mas isso eu não vi.

Sentado marotamente sobre a mesa de professor, ainda mantendo o suspense dos resultados, ele nos explicou que aquilo era ansiedade. Muitos alunos, mesmo tendo lido o pedido, não conseguiram simplesmente obedecê-lo e acharam por certo não deixar a primeira página em branco. "A ansiedade tira a atenção de vocês..." continuou, falando que a nossa pressa era tanta, de terminar, sair dali, voltar pra casa, fazer qualquer coisa, que a gente nem lia mais, só ficava condicionado, a responder MOTIVAÇÕES e obter RESPOSTAS.

Provas entregues e com o baque na formação acadêmica dos CDFs, a turma havia ficado toda na média. Poucos protestos aos múrmurios foram ouvidos logo em seguida, mas muito se comentou daquela prova dali em diante.

Hoje, aproximadamente 16 anos depois, faço parte da rede social Twitter possuindo pouco mais de 85 mil seguidores e as vezes me sinto o professor Marcelo ao dizer coisas e imediatamente em seguida receber respostas de entendimento completamente contrário. Me pergunto: "Estamos todos numa eterna Quarta-Série?"

É visível como a tal ansiedade faz com que assim como na prova, uma grande maioria de tweets apenas se preocupe em responder MOTIVAÇÕES e obter RESPOSTAS, as pessoas não lêem, não buscam. Não acreditam no que está escrito na cara delas. Por que é tão difícil acreditar no mais fácil?

Quem sou eu, pra exigir que milhares de pessoas tenham cruzado com "Professores Marcelo", para entenderem a importância de uma leitura correta e do entendimento de um enunciado, mas, sendo o Twitter um Microblog de no máximo 140 caracteres, peço educadamente mais atenção ao que se escreve, não só nos meus tweets, mas em geral. É necessário saber ler. E tem gente formada que ainda não sabe.

Quando falo dos formados, chego finalmente ao meu objetivo principal do texto, os profissionais que tem como formação a informação ou a arte e nem sequer lêem uma linha. (...)

Se é ansiedade? Se estamos pulando as etapas ao invés de parar e pensar parte a parte? Se a vida tá em linha reta e a gente insiste no zig zag?

Não sei.
Vamos ler, pesquisar e descobrir..."


Por Rafael Queiroga

Luto



"Não luto pela LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS, luto por JUSTIÇA, por LIBERDADE, pela cidadania e pelo direito inalienável de fazer do meu corpo e do meu cérebro o que eu quiser sem com isso sustentar bandido. Mais do que uma questão complexa, como são a das drogas, estamos falando do que envolve também e principalmente CIDADANIA, SEGURANÇA e a VIDA das pessoas que não tem os mesmos privilégios que temos.

Drogas, corrupção, atrasos, falta de educação e política fazem parte do mesmo assunto."